Teste de Animação ActionScript:: Motion Blur Numbers Explicação :: A Cena apresenta uma programação em ActionScript na qual uma série numérica é gerada randomicamente. Utiliza-se a função Duplicate MovieClip "n" vezes dentro de um MovieClip vazio. Com este procedimento temos a mesma estrutura básica sendo replicada em seus elementos fundamentais. Entretanto, como a randomização inicial do número é retomada para cada MovieClip que é duplicado (criado), resulta que temos várias strings de números sendo ativdas na tela. Dependendo da orientação do mouse (rato), em relação ao centro da tela, temos o deslocamento, cada vez mais acelerado das strings numéricas, seja para a esquerda ou para a direita. Quanto mais o mouse se direcionar para o centro da tela, mais devagar as strings irão andar até, de certo modo, pararem de se deslocar e trocarem sua numeração. Sobre estes número eu apliquei uma maior incidência no seu alpha, isto buscandoi fundí-los mais com o ambiente. A programação original foi desenvolvida por Inan Olcer, que responde pelo nikename Inanyus, o qual possui um Blog totalmente dedicado ao desenvolvimento digital e que tem pensado elementos realmente interessantes. "Post" de teste para AlletSator 5.0 :: 10 de maio de 2008 Autores:
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Créditos Fundamentais :: |
... os presentes testes fazem parte da pesquisa do Prof. Dr. Luís Carlos Petry, dentro do TIDD (PUCSP) e estabelecem um diálogo metodológico com as pesquisas do Prof. Dr. Rui Torres (UFP -Porto - Pt) e a Revista CIBERTEXTUALIDADES. |
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Comentários adicionais :: No mês de abril de 2008 eu tive a alegria de entrar em contato com o grupo musical, quando estudava os Foruns de discussão em ActionScrip 1 para o SWiSH e o Flash. Em uma das discussões sobre como produzir uma transição decente em "alpha" eu encontrei o "post" de uma publicação na qual o autor pedia para a comunidade se manifestar, dar sugestões para a melhoria. Como eu estava interessando em tudo acessei o llink e naveguei por ele, vindo a conhecer a música do grupo Certyl. Você pode assistir um vídeo do grupo no YouTube, caso queira ;-) ! Mais recentemente, na segunda quinzena de abril, eu entrei em contato com o trabalho de Inanyus. Como um dos grandes desenvolvedores Open Source do mundo Flash ele mantém um Blog reflexivo desde Julho de 2002, dentro do qual apresente suas elaborações para a comunidade ciber. Como ele disponibiliza graciosamente vários códigos eu começei a estudar alguns deles que me chamaram a atenção e, é claro que o randomismo de alguns me cativaram. É o caso de sua elaboração de 19 de setembro de 2005, que levou o título de "Flash 8 Dynamic Motion Blur Experience", na qual ele diz o seguinte:
Realmente a idéia de números velozes é algo cativante e que nos faz pensar em muitas coisas :: ora, a junção da velocidade aqui, da modificação da série númerica e, da alteração das cores pelo clique do mouse tiveram como efeito fazer a minha imaginação voar alto sobre os céus e mundos de AlletSator. Foi então que eu decidi trabalhar dentro do exemplo que ele nos fornece, organizando a experiência que você pode apreciar acima. O que pensamos quando vivenciamos ela :: um ambiente exótico como aquele, com a velocidade numérica e colorizada sobrevoando a tela do micro... fantasmas, os espíritos matemáticos de Russell, Turing ou Goedel assombrando a hipermídia. A coisa é simplesmente incrível para quem quer e pode parar e observá-la. Eu estou quase na metade da leitura do livro "The man who knew too much: Alan turing and the invention of the computer", uma leitura fascinante de história da ciência. A parte que li hoje [10 05 2008], faz referência a Leibniz, Boole, Frege e Russell. Ainda não cheguei na famosa parte na qual provavelmente ele irá descrever o embate entre Wittgenstein e Turing, na qual Turing abandona as aulas de Wittgenstein... Flying with numbers... o quando se ampara nestes pensadores... :: como em um sistema randômico, nossos atos falados no teclado fazem irromper, abaixo dos erros gramaticais, da sintaxe e da ortografia, a série infinita de nosso inconsciente :: |
... a filosofia do pensar profundo muitas vezes é confundida com o óbvio do senso-comum ... |
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